segunda-feira, 16 de março de 2009

Preguiça

Leiam isto, vale muito a pena.

PS: Pior do que a preguiça do corpor, só a preguiça de ideias. Valham os links...

segunda-feira, 2 de março de 2009

Grandes Momentos do Futebol Africano III

Custa, mas este momento tem que ser referido aqui.

O local é Guadalajara. A selecção marroquina, depois de dois empates a zero com Polónia e Inglaterra, tentava ser a primeira selecção africana apurada para 1/8 final de um Mundial após uma fase de grupos.

Quanto a Portugal, havia batido a Inglaterra por 1-0, mas havia perdido com a Polónia, igualmente por 1-0.

De referir que um empate a 2 garantia o apuramento a ambas as equipas - naquele tempo eram apenas 6 grupos, apurando-se 1º e 2º de cada grupo e ainda os quatro melhores 3º classificados, pelo que o resultado do Polónia-Inglaterra, efectivamente, não interessaria para estas contas.

O seleccionador de Marrocos, que era brasileiro, faz chegar uma mensagem ao seleccionador português, José Torres: vamos jogar para o empate a 2. Torres, de forma arrogante, mas séria, rejeita a proposta, pensando que Portugal esmagaria Marrocos. Talvez tenha menorizado os efeitos perversos disto...

O facto é que Portugal levou um banho de bola. Marrocos venceu por 3-1, dois de Khairi e um de Mustapha Merry "Krimau". O nosso golo já não contou para nada, nem interessa referi-lo.

O melhor momento do jogo é o 3º golo do Marrocos - grande jogada.

PS: Lembro-me de ficar acordado até de madrugada para ver este jogo. E da desilusão que se instalou entre nós. Mas realço aquilo que na altura não consegui reconhecer - Marrocos mereceu, fez um jogão!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Muito bem!

Muito bem o líder da JSD em todas as intervenções sobre o "pinócrates". Repito: em todas. Sem excepção.

Ver aqui (efectivamente não sei por filmes do you tube no blog, ainda percebo menos disto do que o Pedro Duarte).

A 2 mãos? E porque não a 4?

Uma vez que, estatisticamente, um clube grande, em cada 10 jogos com um "não-grande", ganha 7, empata 2 e perde 1, como é que pode passar pela cabeça de alguém que gere, treina ou joga num clube "não-grande" defender que uma eliminatória a 2 mãos torna as coisas mais fáceis?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Que gente mais fraquinha...

Vejo isto e não quero acreditar no que leio.

A história conta-se sumariamente: a Sagres patrocina a Selecção, a Liga, o Benfica e o Sporting. Num cenário de crise, a Sagres resolveu continuar a patrocinar a Selecção, a Liga e o Benfica, mas não quer mais patrocinar o Sporting. Por razões financeiras, dizem eles. O Sporting revela-se "indignado", "discriminado" e outras coisas mais acabadas em "ado" (incluindo "enrabado").

É nestes momentos que sinto vergonha em ter esta direcção da SAD. Porque a (verdadeira) razão da indignação é, uma vez mais, este complexo ridículo relativamente ao Benfica, que põe o Sporting na posição subalterna de segunda escolha e não de rival (desportivo) e concorrente (no mercado). E que esta Direcção/Administração alimentou com sucessivos "êxitos" mascarados de 2º lugar e vitórias na Taça.

Percebam, de uma vez por todas, o nosso lugar: a competir com o Porto e o Benfica, e não atrás de um deles a apanhar a merda que deixam cair (no primeiro caso) ou a choramingar de cada vez que alguém mostra à saciedade que têm mais adeptos e, logo, mais mercado (no segundo caso). Mas esta malta não tem vergonha na cara? Que falta de orgulho no clube...

Acresce que a Sagres tem TODO O DIREITO a mandar o Sporting pastar. Mais: do ponto de vista da administração da Sagres, não é um direito, é um DEVER. Porque eu, se fosse administrador da Sagres, e mesmo sendo sportinguista, dificilmente conseguiria explicar aos meus investidores e accionistas o porquê de pagar 4 milhões de euros a uma entidade que (i) proporciona fracos espectáculos, (ii) tem uma média de assistências de 20.000 pessoas no seu estádio, (iii) é batida pelos rivais em audiências televisivas e (iv) não investe em modalidades amadoras (onde parece que o patrocínio também incide).

Um clube organizado, sério, bem gerido, com noção da sua dimensão mas, acima de tudo, com amor próprio, arranjava amanhã, senão mesmo hoje, um patrocínio concorrente, com valor equivalente ao da Sagres, e negociava com esse patrocinador (i) a cessação imediata do contrato com a Sagres, suportando o concorrente a indemnização que houvesse a pagar ou, não sendo tal possível face ao valor da indemnização, (ii) um contrato com entrada em vigor para o segundo imediatamente seguinte ao momento de cessação do contrato com a Sagres.

Mas não. Estas aventesmas vão fazer outra coisa. Vêm chorar para os jornais, ainda que com leve referência a contactos com concorrentes, para ver se a Sagres, com pena, nos dá metade do que deu ao Benfica. Vai uma aposta?

São muitos fraquinhos!

PS: Digam lá se não teria graça, no próximo ano, a Liga Sagres ser ganha por um clube patrocinado pela Super Bock... que medo que esta gente tem de toda a gente!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Grandes Momentos do Futebol Africano II

Trata-se da selecção dos Camarões no Mundial de 1982.

O futebol negro pela primeira vez a brilhar. Eliminados injustamente. Pela selecção que viria a ser campeã do mundo.

Insídia

Em Corrida para Oklahoma, quando Dopey é eleito Mayor, os seus opositores desatam a utilizar, a torto e a direito, a palavra "iníquo"para contestar a governação, o que causa grande sucesso entre a populaça (que desconhece o significado da palavra) e deixa o Mayor em maus lençóis.

Em Portugal, Sócrates resolveu utilizar um esquema semelhante, mas para se defender. Usa, porém, a palavra "insídia". Que, na realidade, significa exactamente o que podem ver aqui. Vamos ver como reage a populaça...

PS: Não era de esperar que o jugular tivesse uma posição diferente da que vem sendo manifestada nas últimas postas. Mas acho que ninguém se devia esquecer que estamos perante o Primeiro-Ministro mais protegido pela comunicação social de que há memória. Falar de campanhas da comunicação social contra o Sócrates é o mesmo que falar de um sistema na Liga que prejudica o FCP. Simplesmente, não existe(m).