terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Africa Foot

Começa hoje o Africa Foot, blogue dedicado a postar disparates.

Porquê Africa Foot?

Bom, desde logo porque estamos em África. Quem não acredita pergunte à Fátima Felgueiras se foi muito difícil fugir, voltar a entrar e ganhar eleições; se a Fátinha não for clara, e o caro leitor não conhecer o Avelino Ferreira Torres, pergunte ao Pinto da Costa o que ele anda a fazer há 30 anos e quando é que o toparam. Se mantiver as dúvidas, e não querendo exercer no primeiro post violência psicológica sobre ninguém, vejam declarações do Alberto João. Quaisquer umas. Mas adiante.

Africa Foot também porque se vai falar (não só, mas também) sobre futebol. Que na gíria, em francês, língua muito falada em África, é "foot". Sim, não tem muito a ver, mas faz um efeito giro.

Em terceiro lugar, pretende-se prestar uma singela homenagem aos maiores vultos africanos da história. Refiro-me, como é evidente, a Salif Keita, Rui Jordão e Emmanuel Amunike. E também a Ahmed Ouattara, Ali Hassan, Jean Jacques Missé-Missé e Paíto. E outros, não menos importantes, que aqui serão mencionados em devido tempo.

Mas a principal homenagem - humildemente assumida na assinatura deste escriba - é, claro está, dirigida a Kwame Ayew - o herói esquecido. Um dos maiores responsáveis pelo fim do "Jejum". Com maiúscula. Não, não é o de Gandhi. Isso foi um jejunzinho, para meninos. Qualquer dirigente do Sporting fazia (mesmo aqueles que se fizeram sócios à última da hora para integrar a lista do Franco e comer à borla de 15 em 15 dias... se bem que durante os jogos, quando a zona dos comes está mais vazia, seria difícil resistir - resistir a manter o jejum, claro!).

Sofrer o que nós sofremos durante 18 anos, isso sim, fica para a história. E Kwame Ayew (foi um dos que) acabou com o sofrimento. A ver se o respeitamos mais... O Africa Foot vai fazer por isso!

1 comentário:

  1. Para primeiro disparate não está mau

    Vou voltar e verei se melhora

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